Cuidado em casa e acompanhante no hospital, para o idoso que não pode mais ficar sozinho.
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Para escolher o cuidador de idoso em Marília, olhe de quanta ajuda o idoso precisa no dia a dia e em quais horários ele não pode ficar sozinho.
Fica na Rua Goiás, no Centro. Diz atuar há mais de dez anos na cidade. Declara atendimento em casa e no hospital, com avaliação de enfermagem, controle de dieta e medicação, higiene e curativo.
Fica na Rua Dona Maria Feres, no Fragata. É dirigida pela enfermeira Joyce Albino Ghezzi, com pós-doutorado em saúde e envelhecimento pela Famema. A empresa informa que monta um plano de cuidado para cada caso.
Fica na Rua Quinze de Novembro, no Centro. É a unidade local de uma rede nacional de cuidadores e trabalha com planos mensais de 8, 12 e 24 horas, além de plantões avulsos.
Fica na Rua Monteiro Lobato, no Jardim São Geraldo. Declara plantão de 24 horas, com cuidador e enfermagem, em casa e no hospital.
Fica na Rua Professor Wenceslau Aires Rolim, no Aniz Badra, na zona norte. A ficha da empresa informa atendimento a qualquer hora do dia.
Conte como está a rotina do idoso hoje. Depois, uma empresa que atende Marília entra em contato com você.
A unidade de saúde ou o hospital que já acompanha o paciente aciona o Melhor em Casa. Na página do programa, a prefeitura escreve que “a própria unidade de saúde ou hospital identifica o paciente”. A família não faz esse pedido sozinha.
O programa atende as modalidades AD2 e AD3, reservadas a quem precisa de cuidado multiprofissional mais frequente. Se o idoso está internado ou já é acompanhado por uma unidade de saúde, peça o encaminhamento à equipe.
Na lista de finalidades do programa está a de capacitar o cuidador, seja ele da família ou contratado. Segundo a prefeitura, a equipe orienta quem cuida sobre curativo e sobre os cuidados com a sonda de alimentação.
A sede fica na Avenida Archimedes Manhães, 23, no Parque das Indústrias, de segunda a sexta, das 7h às 17h, telefone (14) 3451-3999. O relatório de gestão de 2023 registra duas equipes de atenção domiciliar e uma equipe de apoio. Em balanço divulgado em novembro de 2025, a prefeitura informou 1.140 pacientes atendidos no ano.
O serviço é gratuito e funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h. O idoso passa o dia na unidade e volta para casa à noite, o que ajuda quem trabalha durante o dia.
Na descrição do serviço, a prefeitura inclui entre as situações atendidas o “alto grau de estresse do cuidador”. Para entrar, o idoso precisa ter 60 anos ou mais e estar em situação de vulnerabilidade ou risco social. Também precisa de ajuda de alguém ou de equipamento para comer, se locomover ou se higienizar.
A prefeitura pede ainda que ele não tenha comprometimento cognitivo, ou tenha alteração cognitiva controlada, nos graus de dependência I ou II da Anvisa. A família precisa estar trabalhando ou estudando.
As três unidades são o Anos Dourados, na Rua José Silva, no Jardim Fontanelli, zona oeste, telefone (14) 3454-1327; o Anadir Dourado de Oliveira Hila, na Rua Urias Avelino de Moraes, no César Almeida, zona norte, telefone (14) 3415-3792; e o Irmã Dilma, na Avenida Durval de Menezes, no Núcleo Habitacional Nova Marília, zona sul, telefone (14) 3316-6030.
A vaga depende de disponibilidade, já que são três unidades para a cidade inteira. Pelo Censo de 2022, Marília tem 44.835 moradores com 60 anos ou mais, quase um em cada cinco, dos quais 6.843 já passaram dos 80. Para saber se há vaga, ligue para a unidade mais perto da sua casa.
A entrega é de graça, feita na casa do paciente. O programa atende também quem tem mobilidade reduzida. A própria família pede a entrada, na unidade de saúde.
Para aderir, procure a unidade básica ou a unidade de saúde da família mais perto e assine o termo, levando RG e cartão do SUS. Depois disso, leve a receita de cada consulta à unidade ou à farmácia municipal.
A caixa chega lacrada na casa do paciente. São três tentativas de entrega, então alguém precisa estar em casa para receber.
A God Cares Cuidadores, a Vitalité Care, a Cuidare Marília, a AMAR Home Care e a Cuidadores de Idosos Almeida, todas com endereço na própria cidade.
Confirme no primeiro contato se a empresa atende o seu bairro e se tem profissional livre para o horário que você precisa.
O SUS não fornece cuidador. Pelo programa Melhor em Casa, a equipe de saúde vai até a casa do paciente e ensina quem cuida a fazer curativo e a lidar com sonda. O pedido de entrada no programa é feito pela unidade de saúde ou pelo hospital.
O cuidado de todo dia continua com a família ou com quem você contratar.
Tem três, todos da prefeitura e gratuitos, abertos de segunda a sexta das 8h às 17h. Atendem idoso de 60 anos ou mais que precisa de ajuda no dia a dia, em situação de vulnerabilidade, cuja família está trabalhando ou estudando.
Ligue para a unidade mais perto da sua casa e peça a avaliação. A vaga depende de disponibilidade.
Procure a unidade básica de saúde ou a unidade de saúde da família mais perto. Leve RG e cartão do SUS para assinar o termo de adesão do programa Remédio em Casa, que atende quem está acamado ou tem mobilidade reduzida.
A entrega é gratuita e a caixa chega lacrada, para ser aberta pelo próprio paciente.
Existe, no Centro Profissionalizante Municipal, o Ceprom, na Rua Hosuke Uchida, 137, telefone (14) 98195-0318. A turma que começou em agosto de 2026 teve todas as vagas preenchidas.
Para a próxima turma, procure o Ceprom e peça para entrar na lista de espera. A inscrição é presencial, com RG, CPF, histórico escolar e comprovante de residência.
O preço muda conforme o número de horas por dia e o quanto o idoso depende de ajuda no banho e na locomoção. O cuidado de 24 horas envolve mais de um profissional e custa mais. A empresa fecha o valor com você depois de conhecer o caso.
Dá. Você pode contratar o plantão noturno separado do restante do dia, desde que a empresa tenha profissional livre para esse horário. Serve para quem precisa de ajuda de madrugada, na ida ao banheiro ou no remédio fora de hora.
Não existe conselho nem registro obrigatório, porque a profissão ainda não é regulamentada por lei federal.
O projeto de lei 76/2020 foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado em 3 de março de 2026. Em setembro de 2026, aguardava a designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa, o que dispensa o plenário do Senado se ninguém recorrer. Depois do Senado, ele ainda passa pela Câmara dos Deputados.
O cuidador não faz procedimento de enfermagem, como passar sonda ou aplicar injeção. Pela Lei 7.498 de 1986, só quem está inscrito no Coren, o conselho de enfermagem, pode fazer isso.
Pode gerar. Quando o cuidador trabalha na sua casa mais de dois dias por semana, com horário definido e seguindo as suas ordens, ele é empregado doméstico pela Lei Complementar 150, de 2015.
Se o contrato é com uma empresa, o vínculo fica com ela. Para contratar o cuidador você mesmo, consulte antes um advogado trabalhista.
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